|
Migração das borboletas Monarca
|
As borboletas Monarca normalmente vivem somente durante 4 ou 6 semanas depois de sairem de seu casulo. Quatro gerações de borboletas Monarca vivem no decorrer de um ano, das quais três gerações durante a primavera e o verão. Ao chegar o outono, inicia-se sua migração com a Quarta geração, que tem vida muito mais prolongada do que as anteriores.
A migração inicia-se exatamente na noite do equinócio do outono (no hemisfério norte), e as borboletas migrantes vivem seis meses mais do que as das gerações anteriores - o tempo exato para completar a ida e a volta de seu percurso migratório. Saindo do Canadá e dos Estados Unidos, as borboletas, aos milhões, pousam nas cordilheiras do México central, à altitude de 3.000 metros, onde o clima é suficientemente quente para viverem. Durante quatro meses (de dezembro a março) nada comem, somente bebem água. Depois desse jejum, na primavera elas se banqueteiam com o néctar das flores, começando a armazenar a energia necessária para o seu retorno ao norte. Após seu acasalamento, a colônia inicia seu vôo de volta para o norte no equinócio da primavera. Logo após a sua chegada ao norte do Canadá e Estados Unidos, e depois de nascer uma nova geração, essas borboletas morrem. Essa nova geração vive apenas cerca de seis semanas, da mesma forma que as duas gerações seguintes, e a Quarta geração inicia novamente a migração para o sul, repetindo-se assim o ciclo, ao longo dos séculos e milênios.
A teoria da evolução não tem como explicar essas sucessivas coincidências a partir do acaso, nem para as borboletas Monarca nem para os outros animais que anualmente também realizam seu ciclo migratório!
Nas ilhas Christmas, caranguejos vermelhos abandonam as florestas tropicais em novembro, dirigindo-se às praias para procriar.
Embora não existam elementos suficientes para se caracterizar a razão da adoração ao bezerro de ouro que o povo construíu sob a liderança de Aarão, tudo indica que se tratava de uma reminiscência da adoração ao boi Apis, divindade zoomorfa egípcia. Na figura, o boi Apis, com marcas no couro e disco solar entre os chifres.
| Na figura, a vaca sagrada simbolizando a deusa Hathor, outra divindade adorada pelos Egípcios. |
Na figura, vista atual das ruínas do Grande Teatro de Éfeso. Todo de mármore, construído pelos imperadores Cláudio, Nero e Trojano, tinha capacidade para abrigar cerca de 24.000 pessoas.
No livro de Atos dos Apóstolos temos um impressionante exemplo de multidão inteiramente fora de controle (Atos 19:23-40), ocorrido exatamente nesse local!
Atos 19:23-40 - "Por êsse tempo houve grande alvorôço acerca do Caminho. Pois um ourives, chamado Demétrio, que fazia de prata nichos de Diana, e que dava muito lucro aos artífices, convocando-os juntamente com outros da mesma profissão, disse-lhes: Senhores, sabeis que deste ofício vem a nossa prosperidade, e estais vendo e ouvindo que não só em Éfeso, mas em quase toda a Ásia, este Paulo tem persuadido e desencaminhado muita gente, afirmando não serem deuses os que são feitos por mãos humanas. Não somente há o perigo de a nossa profissão cair em descrédito, como também o de o próprio templo da grande deusa, Diana, ser estimado em nada, e ser mesmo destruída a majestade daquela que tôda a Ásia e o mundo adoram. Ouvindo isto, encheram-se de furor, e clamavam: Grande é a Diana dos efésios! Foi a cidade tomada de confusão, e todos à uma arremeteram para o teatro, arrebatando os macedônios Gaio e Aristarco companheiros de Paulo. Querendo este apresentar-se ao povo, não lhe permitiram os discípulos. Também asiarcas, que eram amigos de Paulo, mandaram rogar-lhe que não se arriscasse indo ao teatro. Uns, pois, gritavam de uma forma, outros, de outra; porque a assembléia caíra em confusão. E na sua maior parte nem sabiam por que motivo estavam reunidos. Então tiraram Alexandre dentre a multidão, impelindo-o os judeus para frente. Este, acenando com a mão, queria falar ao povo. Quando, porém, reconheceram que ele era judeu, todos a uma voz gritaram por espaço de quase duas horas: Grande é a Diana dos efésios! O escrivão da cidade, tendo apaziguado o povo, disse: Senhores, efésios: Quem, porventura, não sabe que a cidade de Éfeso é a guardiã do templo da grande Diana, e da imagem que caiu de Júpiter? Ora, não podendo isto ser contraditado, convém que vos mantenhais calmos e nada façais precipitadamente; porque estes homens que aqui trouxestes não são sacrílegos, nem blasfemam contra a nossa deusa. Portanto, se Demétrio e os artífices que o acompanham têm alguma queixa contra alguém, há audiências e procônsules; que se acusem uns aos outros. Mas se alguma outra cousa pleiteais, será decidida em assmbléia regular. Porque também corremos perigo de que por hoje sejamos acusados de sedição, não havendo motivo algum que possamos alegar para justificar este ajuntamento. E, havendo dito isto, dissolveu a assembléia".
http://www.deolhonasorigens.com.br/
|