Administra o teu Blog

Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis

Caçador de Curiosidades
Para quem gosta de informação...

Sepre seja Honesto...

04/10/2008 GMT 1

Índia: Adventistas sofrem violência.

ph2075 @ 22:54

ANN, Orissa, Índia. Megan Brauner, 29 de setembro de 2008 Dirigentes da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Índia relataram que pelo menos 27 adventistas foram mortos em vista da brutalidade anticristã que se desenvolveu na região oriental indiana de Orissa, no final de agosto. Tais líderes disseram que ocorrem ainda distúrbios violentos na área, a despeito de forças policiais patrulharem o Estado. Choudampalli John, presidente da Igreja Adventista no oriente da Índia, relatou que não teve permissão de entrar nas áreas onde ocorreu a violência extremista. John também disse que alguns adventistas ainda estão em esconderijos nas selvas por temerem retribuição de outros refugiados em acampamentos do governo. Outros líderes fizeram comentários sobre a gravidade da situação. Paka Jesurathnam, dirigente adventista em Orissa, relatou que milhares de casas e três dúzias de templos adventistas foram possivelmente destruídos ou vandalizados. "Avaliar a real perda de vidas e propriedades ... residências e locais de culto é impossível exatamente agora", declarou Jesurathnam. "Ouvir ... relatos pessoas fazem nossos nervos doerem e nosso sangue secar". O Primeiro Ministro da Índia condenou a violência chamando-a uma "desgraça nacional", segundo reportagem publicada. Possivelmente, segundo se calcula, uns 50.000 cristãos da região de Kandhamal, no Estado de Orissa, estão espalhados pelos sete acampamentos de refugiados dirigidos pelo governo e pela selva circundante, relatou a agência noticiosa Ecumenical News International. Extremistas hindus foram acusados de decapitar um pastor adventista em agosto. Samuel Naik, pastor da Igreja Adventista de Phulwani, e sua mãe foram mortos durante a violência anticristã que dominou aquela região da Índia. Dirigentes da Igreja relataram que a esposa de Naik, que anteriormente se noticiou como tendo cometido suicídio, está ainda viva. A onda de violência ocorreu após atacantes não-identificados matarem um líder religioso hindu e quatro outras pessoas. Os hindus estão acusando os cristãos pelas mortes, enquanto o governo indiano atribui o ocorrido a rebeldes maoístas.

Fonte: http://www.ueb.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1016&Itemid=15

23/09/2008 GMT 1

EUA

ph2075 @ 22:44

Em 1626, os índios venderam a Ilha de Manhattan aos holandeses por apenas US$24. Mas somente no dia 2 de fevereiro de 1665, a Ilha de Manhattan foi batizada com o nome de New York. Esse nome foi uma homenagem ao Duque de York, o novo proprietário das terras. A ilha com 34 quilômetros de extensão e 5 de largura, atraiu muitos imigrantes devido ao solo fértil da região.

San Francisco

No dia 21 de Março de 1963, após quase três décadas de atividade, a penitenciária da Ilha de Alcatraz, localizada na Baía de São Francisco, é fechada. Conhecido como o pior presídio das Américas, inaugurado em 1909, s;o se transformou em penitenciária federal 25 anos depois, quando passou a receber criminosos muito perigosos. Entre os cerca de 2000 presos que passaram por alí, todos de alta priculosidade, estão os célebres: Al Capone, gângster que viveu por cinco anos numa sala isolada do hospital da ilha, e o assaltante George Kellym que ficou 17 anos na prisão.

Curiosidades:

01 - TODO mundo que vai para os EUA engorda (isso é FATO)…. infelizmente;
02 - Carta de motorista tira com 16 anos;
03 - Não pode beber na rua(?);
04 - Abelha gigante chamada Bumble bee;
05 - Policia por toda parte;
06 - Virar a direita no sinal vermelho é permitido;
07 - Casas e carros dormem abertos;
08 - Balada sempre acaba cedo…(2:30 am);
09 - Não há frentista no posto de gasolina;
10 - As estações do ano são bem definidas;
11 - Você so bebe se mostrar ID (identificação);
12 - Veado ou Cervo (Deer) tem por toda parte;
13 - Coelho e esquilos nos jardins;
14 - 2 meses de ferias escolares;
15 - Água em qualquer lugar é grátis;
16 - Você pode repetir sua bebida no Mc Donald’s quando quiser;
17 - As praias não são tão cheias como no Brasil e também não tem aqueles camelôs vendendo coisas e gritando… OLHA O ESPETINHO DE CAMARÃO;
18 - É suposto dar gorjetas (tip) em todo lugar;
19 - A previsão do tempo sempre da certo;
20 - As crianças são TODAS mimadas;
21 - Quando o ônibus escolar PARA todos os carros de todas direções são obrigados a parar também;
22 - A velocidade permitida a dirigir é super obedecida;
23 - Carro é praticamente 1 por habitante;
24 - Esporte é super valorizado e exigido nas escolas;
25 - É normal arrotar na mesa e dizer Excuse me;
26 - BARATA??? Nunca vi….mas dizem q existe;
27 - Chocolate Cookie é uma sobremesa básica, em todo lugar tem;
28 - É super normal se perder nas estradas…..quem nunca se perdeu?;
29 - Toda casa tem lava louca e secadora de roupas;
30 - Ninguém bate palmas no parabéns;
31 - Calcinhas não tem meio termo, ou é tonge (enfiada atrás) ou é gigante, como mulher maravilha;
32 - Todas casas tem ar condicionado;
33 - Quase todos os carros são automáticos;
34 - CVS, Starbuks e 7 Eleven existem por toda parte;
35 - Ninguém anda de chinelos pela casa, andam descalços ou de meias;
36 - Empregados chegam de BANDO para limpar a casa;
37 - As ruas não tem poste de iluminação, com exceção as avenidas;
38 - Carro de bombeiro com a sirene ligada e correndo é completamente normal;

22/09/2008 GMT 1

Curiosidade é meu ...

ph2075 @ 02:34


http://www.ja-online.net


Curiosidade: 26 curiosidades

1. O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck. (queria saber como alguém conseguiu essa preciosa informação).

2. Em 1987, as linhas aéreas americanas economizaram US$ 40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.

3.Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.

4. Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não se lembram onde as esconderam.

5. Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.

6. As formigas se espreguiçam pela manhã quando acordam. (Você consegue imaginar algo mais singelo que uma formiga esticando suas anteninhas e perninhas sob o céu azul? Eu não consigo nem imaginar formigas se espreguiçando...)

7. As escovas de dente azuis são mais usadas que as vermelhas.

8. O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem. (Alguém tem um porco em casa para testar se ele fica com marca de biquíni?)

9. Só um alimento não se deteriora: o mel.

10. Os golfinhos dormem com um olho aberto.

11. Um terço de todo o sorvete vendido no mundo é de baunilha...

12. As unhas das mãos crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas do pés.

13. O olho do avestruz é maior do que seu cérebro. (Tenho quase certeza de que algumas pessoas também tem essa estranha característica)

14. Os destros vivem, em média, nove anos mais que os canhotos.

15. O "quack" de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê. (Sugestões?!?!?!?!?!?!)

16. O músculo mais potente do corpo humano é a língua.

17. É impossível espirrar com os olhos abertos. (Preciso de voluntários para o teste!!!!)

18. Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.

19. Os chipanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho. (QUANDO um golfinho vê sua imagem num espelho??????)

20. Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.

21. 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa-noite ao William Bonner no final do programa.

22. Os camarões têm o coração alojado na cabeça.

23. Se você espirrar com muita força, pode partir uma costela.

24. Se você tentar impedir que um espirro seja expelido, pode morrer ao causar a ruptura de uma veia no cérebro ou na nuca.

25. Se mantiver, à força, os olhos abertos durante um espirro é possível que eles saiam das órbitas.

26. 35% das pessoas que utilizam os anúncios em jornais à procura de companhia já são casadas.



Colaborador: JA-Online

18/09/2008 GMT 1

Seres Abisais

ph2075 @ 23:29

Bizarro

ph2075 @ 23:10
10 Desordens mentais mais bizarras

1. Paramnésia Reduplicativa
A paramnésia reduplicativa é a crença de que um local foi duplicado, existindo simultaneamente em dois ou mais lugares, ou que foi movido para algum outro lugar. Por exemplo, uma pessoa pode não acreditar que está no hospital no qual foi internada, mas sim em um outro hospital, idêntico ao primeiro, mas localizado em outro lugar do país.

O termo paramnésia reduplicatica foi utilizado pela primeira vez em 1903 pelo neurologista tcheco Arnold Pick, para descrever a condição em que se encontrava uma paciente com suspeita de mal de Alzheimer. Esta paciente insistia que havia sido transferida da clínica de pick para outra clínica idêntica à dele, mas localizada em um subúrbio familiar. Para explicar as discrepâncias, ela afirmava que Pick e sua equipe trabalhavam nos dois locais.

2. Delírio de Cotard
Esta é uma desordem rara na qual a pessoa acredita estar morta, não existir, estar apodrecendo ou ter perdido todo o sangue e órgãos vitais. Raramente pode incluir delírios de imortalidade.

Foi batizada assim devido a Jules Cotard, neurologista francês que primeiro descreveu a condição, chamando-a de le délirie de négation, em uma palestra em Paris, em 1880.

3. Delírio de Fregoli
O oposto do delírio de Capgras. Uma pessoa com esta desordem acredita que um completo estranho é, na realidade, um conhecido próximo que mudou de aparência ou está disfarçado.

Ganhou este nome graças ao ator italiano Leopoldo Fregoli, conhecido por sua grande habilidade em mudar de aparência durante suas apresentações.

Foi reportado pela primeira vez em 1927, quando uma mulher de 27 anos que acreditava estar sendo perseguida por dois atores que ela freqüentemente assistia no teatro. Ela acreditava que estas pessoas perseguiam-na de perto, tomando a forma de pessoas que ela conhecia.

4. Delírio de Capgras
O delírio de Capgras é uma desordem rara na qual uma pessoa acredita que um conhecido seu, muitas vezes o cônjuge ou um parente próximo, foi substituído por um sósia idêntico.

É mais comum em pacientes com esquizofrenia, embora ocorra em pessoas com demência ou que sofreram algum dano cerebral.

A paranóia induzida por esta doença foi utilizada em vários filmes de ficção científica, como Vampiros de Almas, O Vingador do Futuro e Mulheres Perfeitas.

5. Síndrome de Jerusalém
Síndrome de Jerusalém é o nome dado a um grupo de fenômenos mentais envolvendo idéias obsessivas com religião, delírios ou outras experiências psicóticas desencadeadas por (ou que levam a) uma visita a Jerusalém. Não é exclusiva de uma religião, podendo afetar tanto judeus quanto cristãos.

Esta perturbação surge enquanto a pessoa está em Jerusalém e causa delírios psicológicos que tendem a se dissipar após algumas semanas. Todas as pessoas que já sofreram disto têm histórico de doenças mentais.

6. Síndrome de Stendhal
Esta doença psicossomática causa taquicardia, tonturas, confusão e até mesmo alucinações em quem a tem e é exposto a artes. Os ataques ocorrem especialmente se a arte é muito bonita ou se há muitas obras reunidas em um mesmo local.

Esta desordem tem este nome em homenagem ao escritor francês Stendhal, que descreveu estas sensações em um livro, após visitar Florença, na Itália.

7. Síndrome de Paris
É uma síndrome exclusiva de japoneses, que piram ao chegar nesta cidade. Dos milhões que visitam Paris todo ano, aproximadamente uma dúzia sofre deste problema e precisa ser levado de volta ao Japão.

Isto ocorre basicamente devido a um grande choque cultural. Alguns turistas que chegam à cidade são incapazes de dissociar a visão utópica que tem de Paris, como aquela vista em filmes como Amélie Poulain, da realidade de uma grande metrópole.

Se um dos portadores da síndrome encontra um garçom mal-educado, por exemplo, ele se força a guardar a raiva para si e acaba sofrendo uma fadiga mental muito grande.

8. Síndrome de Diógenes
Diógenes foi um filósofo grego que vivia em um barril pregando ideais de animalismo e niilismo.

Esta síndrome é caracterizada por extremo negligenciamento, tendências reclusivas e acumulação compulsiva, algumas vezes de animais. É encontrada principalmente em pessoas mais velhas e é associada à senilidade.

9. Síndrome de Lima
O oposto da Síndrome de Estocolmo: neste caso, os bandidos têm extrema compaixão pelas vítimas.

Ganhou este nome após a crise na embaixada japonesa em Lima, no Peru, entre 26 de dezembro de 1996 e 22 de abril de 1997. Os membros do Tupac Amaru tomaram como reféns os convidados de uma festa promovida na casa do embaixador japonês no Peru. Entre os reféns encontravam-se diplomatas, membros do governo e militares.

Depois de meses de negociações infrutíferas, os reféns foram libertados por militares peruanos, embora um refém tenha sido morto.

10. Síndrome de Estocolmo
A síndrome de Estocolmo ocorre em pessoas seqüestradas que, após o término da situação de risco pela qual passaram, começar a nutrir um certo tipo de simpatia pelos seus sequestradores. Também há casos registrados desta síndrome em mulheres que apanham dos maridos, estuprados e crianças abusadas.

Esta desordem ganhou seu nome após um assalto a banco em Estocolmo, na Suécia, onde os reféns, apesar de passarem sob domínio dos bandidos do dia 23 ao dia 28 de agosto de 1973, pediam que a polícia os libertasse e se recusavam a testemunhar contra.

Anatomia - Urutú

ph2075 @ 22:15

Urutú

Design Inteligente

ph2075 @ 22:04
   

Trichoplax, primitivo ?

Posted: 16 Sep 2008 10:01 PM CDT

Há quem diga que o Trichoplax talvez até seja mais antigo do que as esponjas.

Este blog tem vindo a dedicar atenção aos estudos que vão sendo feitos aos animais considerados primitivos e àquilo que revelam seus genomas. Anemonas, ouriços-do-mar, medusas, esponjas... e agora o Trichoplax:

Trichoplax PlacozoaUma recente edição da Science Daily (8 de Setembro 2008) destaca o trabalho de biólogos em Yale que produziram a sequência completa do genoma do Trichoplax, um dos organismos multicelulares mais primitivos da natureza. O anúncio da Yale Press pode ser encontrado aqui.

"O Trichoplax tem um dos menores genomas nucleares encontrados numa criatura multi-celular. Ele contém sequências para a regulação de genes encontradas em animais mais complexos e nos seres humanos."

O Trichoplax é um animal marinho simples com uma cavidade corporal cheia de fluido com cerca de 0,5 milímetros de tamanho. É tão diferente de qualquer outra criatura que lhe foi atribuído um filo próprio, o filo Placozoa. Não tem órgãos internos nem a maior parte de outros tecidos. É composto por alguns milhares de células de quatro tipos diferentes, em três camadas distintas, com um único cílio que lhe permite mover-se.

Mansi Srivastava e os seus colegas publicaram o esboço do genoma na revista Nature em Agosto de 2008. Eles descobriram que o Trichoplax tem um dos menores genomas nucleares encontrados numa criatura multi-celular, com aproximadamente 98 milhões de pares de bases e 11500 genes codificantes de proteínas. Em contraste, os seres humanos têm cerca de 3 biliões de pares de bases de DNA com 20000 genes codificantes de proteínas. No entanto, homólogos de mais de 80% dos genes do Trichoplax também são encontrados no genoma humano:

"O Trichoplax partilha mais de 80% dos seus genes com os seres humanos," disse Dellaporta.

Até mesmo as mais simples formas de vida são incrivelmente complexas.

(a azul, por TruthinScience)

Outros posts relacionados com a descoberta inesperada de genes de funções complexas encontrados em seres supostamente primitivos:

Foi EXPULSO o Director da Royal Society

Posted: 16 Sep 2008 07:10 PM CDT

Michael ReissO Professor Reiss, um ministro Anglicano, foi forçado a deixar a sua posição na Royal Society (Academia de Ciências do Reino Unido), por defender a discussão de questões sobre o design inteligente ou sobre o criacionismo nas aulas de ciência se as crianças as levantarem. Em resposta, alguns membros, incluindo Richard Dawkins, Sir Harry Kroto e Sir Richard Roberts, objectaram e exerceram todo seu peso de autoridade para defenderem a sua demissão. Agora os Darwinistas conseguíram o seu escalpe.

Ver o artigo BBC - ‘Creationism’ biologist quits job .

O Lord Robert Winston, professor de ciência e sociedade no Imperial College, em Londres, comentou: "Eu receio que, nesta acção, a Royal Society só se tenha diminuído a si mesma…. Este não é um bom dia para a reputação da ciência ou dos cientistas…. Este indivíduo só estava argumentando que deveríamos considerar e debater os equívocos públicos sobre a ciência - algo que a Royal Society deveria aplaudir".

Parece que eles conseguíram deitar por terra o lema da Royal Society, “Nullius in verba”, que significa que não devemos acreditar em ninguém, mas que temos que usar a ciência para estabelecer a "verdade das matérias cientificas através da experimentação em vez de através do recurso à autoridade".

Mas esses Darwinistas estão ficando cada vez mais nervosos e patéticos!...
Depois desse fogo amigo darwinista... esse Prof. Reiss deve-se estar perguntando a si mesmo "Com amigos desses quem precisa de inimigos?".

Veja o relato dos acontecimentos pela Truth in Science:

a 15 de Setembro:

Dawkins apela à expulsão de Reiss

Vários membros da Royal Society, incluindo Richard Dawkins, já apelaram para que o Prof Michael Reiss fosse demitido do seu posto, relata o Guardian . O Prof Michael Reiss, o Director de Educação da Sociedade, não é um criacionista, mas disse que os professores deviam estar dispostos a discutir o assunto com os alunos que são criacionistas. O Prof Reiss ensinou ele próprio ciência nas escolas secundárias e foi autor de manuais escolares. Ele está, portanto, muito consciente das situações enfrentadas pelos professores nas salas de aula.

O facto daqueles cientistas, tais como Richard Dawkins, Sir Harry Kroto e Sir Richard Roberts, terem reagido com tanta intolerância aos leves comentários do Prof Reiss é mais um exemplo do nível de discriminação que existe nos meios académicos contra quem quer que sequer mencione o conceito de questionar o Darwinismo. Outros exemplos são documentados no filme Expelled que será lançado em DVD no próximo mês.

A Royal Society continua a apoiar o Prof Reiss. "Os pontos de vista de Michael Reiss estão totalmente em sintonia com os da Royal Society", disse um porta-voz ao Guardian.

a 12 de Setembro:

A Royal Society apoia o Prof. M. Reiss

A Royal Society concorda com o seu Director de Educação, o Professor Michael Reiss, que é legítimo discutir criacionismo nas aulas de ciência. O Times de hoje relata :

"Um porta-voz da organização, que conta com 21 detentores de Prémio Nobel entre os seus membros, confirmou ontem que os pontos de vista do Professor Reiss representam os do seu presidente, o Lord Rees de Ludlow, e os da sociedade." No entanto, o Times afirma incorrectamente que isto "coloca o corpo da ciência em rota de colisão com o Governo". Mas na realidade, o Governo permite que os professores discutam o criacionismo e o design inteligente nas escolas se os alunos lhes fizerem perguntas. O Times também alega que os pontos de vista de Michael Reiss coloca-o em desacordo com Charles Darwin. Mas, tanto quanto sabemos, Charles Darwin jamais alegou que sua teoria deveria ser a única teoria das origens a ser ensinada nas aulas de ciência.

a 11 de Setembro:

O Diretor de Educação da Royal Society defende que se discuta o DI

O Diretor de Educação da Royal Society, o Professor Michael Reiss, publicou hoje um artigo no Guardian Science Blog apelando para a discussão do design inteligente nas aulas de ciências. Ele argumentou que a educação científica pode ser melhorada se os professores estivessem dispostos a discutir alternativas ao Darwinismo. Seus leves comentários, que ele também repetiu no British Association Festival of Science, "provocaram a fúria de algumas partes da comunidade científica", de acordo com uma notícia do Guardian sobre o assunto. O Daily Telegraph contactou o Departamento para as Crianças, Escolas e Famílias, para se manifestar sobre o sucedido. O porta-voz do governo "disse que os professores de ciência devem responder a perguntas sobre criacionismo se os alunos lhes perguntarem sobre".

Há também um relato do inicio dos acontecimentos em portugues pelo O Estado de S.Paulo

Porque Deus não permanece morto ?

Posted: 16 Sep 2008 01:47 PM CDT

Esta é a descrição de uma palestra dada por um cientista inglês cristão, na qual ele aborda a temática do Design Inteligente na Ciência, o surgimento do ateísmo moderno e a questão de Deus:

No encerramento de sua palestra intitulada "Porque Deus não permanece morto?" John Walton recebeu prolongados aplausos de uma significativa plateia.

O professor John Walton é um homem muito modesto, pelo que surpreendeu bastante os seus ouvintes ao começar sua palestra com uma lista das suas habilitações académicas. John C. Walton

Estas incluem dois doutoramentos: um B.Sc, um Ph.D e um D.Sc (designações anglo-saxónicas). Actualmente ele é Professor de investigação em Química na Faculdade de Ciências da University of St Andrews. O Professor Walton é também um Membro da Royal Society of Chemistry e Membro da Royal Society of Edinburgh.

Ele disse que não enumerou as suas qualificações para se vangloriar, mas para mostrar que ele era um verdadeiro académico com tantas ou mais qualificações do que, por exemplo, o Dr. Dawkins que escreveu o seguinte: "Aqueles que rejeitam o cenário da evolução desde as moléculas até ao homem, são ignorantes, estúpidos, insanos ou retardados". O Professor Walton disse que já há muitos cientistas que aceitam o Design Inteligente, bem como a possibilidade de Deus.

O Professor Walton passou então a fazer uma revisão sobre a origem do ateísmo de Nietzsche, Darwin e outros, e seu percurso até ao momento presente, até ao livro The God Delusion de Dawkins.

Numa palestra em que abordou alguns assuntos em profundidade ele prosseguiu para mostrar que as probabilidades para a formação aleatória de uma sequência de DNA (ou RNA) biologicamente útil, necessária para a vida, são astronomicamente ínfimas. À medida que os cientistas foram descobrindo a afinação rigorosa e precisa que é necessária para sustentar a vida neste planeta, eles começaram a fazer perguntas tais como, 'Antes de tudo, qual é a proveniência das leis da física?' e 'Por que elas são tão rigorosamente afinadas de maneira a poderem sustentar a vida e a inteligência?'
Devido a estas perguntas, muitos cientistas da linha da frente começaram a chegar à conclusão de que deve haver um Projectista. O Professor Paul Davies escreveu: "É como se alguém
tivesse afinado os números da natureza para criar o universo. . . . A impressão de design é esmagadora. "

O Professor Walton passou então a dar fascinantes exemplos de design mostrando a concepção de máquinas biológicas de complexidade irredutível, tais como a coagulação sanguínea que já tinha que estar presente para a vida sobreviver e não poderia ter evoluído.
Embora muitos na plateia provavelmente lutassem para acompanhar esta profunda palestra, certamente foram encorajados ao ficarem a saber que as evidências de design levaram um dos ateus mais proeminentes do mundo, Andrew Flew, a mudar de ideias, e que ele agora acredita que "estas leis intrincadas do universo são uma manifestação daquilo a que os cientistas
chamaram a Mente de Deus".

O Professor Walton concluiu a palestra dizendo que o Design Inteligente não prova Deus necessariamente, mas tornou bem possível acreditar em Deus, e que sentiu que todos os que estão dispostos a seguir as evidências da natureza e da inspiração, onde quer que elas levem, descobrirão que Deus está vivo e recomenda-se.

(por Bob Rodd)

Pode ouvir o MP3 da palestra aqui.

You are subscribed to email updates from Ocaso Darwinista
To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.
Email Delivery powered by FeedBurner
 

Em 17/09/08, Ocaso Darwinista<paulofelidae@hotmail.com> escreveu:
> Ocaso Darwinista

Evolução ou Criação especial ???

ph2075 @ 21:57

Realidade Inconstante ( Criacionismo X Evolucionismo )


Hoje, nossa missão é destruir o mito da evolução, considerado como fenômeno simples, plenamente compreendido e explicado, que rapidamente se pode vislumbrar...
Muitos pensam, de forma errada, claro, que o assunto origem da vida (e dos metazoários complexos) já foi cientificamente resolvido. Pronto, já temos a evolução química e a evolução das espécies, tudo foi explicado, não precisamos de nenhuma criação especial ou debate em torno dela, a questão já foi acabada. Porém uma afirmação dessa, além de ser cientificamente incorreta e também desatualizada, é de nítido caráter obscurantista, pois a ciência é feita de discussão e enquanto houver problemas não resolvidos (como os milhares da Teoria da Evolução) o debate não só deve acontecer como é altamente necessário .

Atualmente existem vários cientistas bem credenciados que defendem a criação e outros tantos que reconhecem os problemas com o modelo evolucionista e defendem a legitimidade das evidências criacionistas.

Quanto daqueles que se dizem evolucionistas já se deram o trabalho de ler algum um livro cientifico criacionista em relação as origens? Certamente poucos. Mas como alguém pode assumir certa posição em relação a um assunto se nunca ouviu o outro lado? A perspectiva criacionista merece tanto respeito e atenção como a evolucionista, e os dados que ela expõe devem ser avaliados sem preconceitos, de forma imparcial e científica.

A Teoria da Evolução no geral tem amplos "buracos" que não podem ser preenchidos, argumentos contraditórios e circulares, e além de tudo não responde a todos os dados observados, não corresponde ao que se esperava que ela fizesse e isso é admitido até por Stephen Jay Gould, um célebre evolucionista e um dos mais ferozes detratores do criacionismo:

"Até agora , temos aberto os braços em sinal de frustração diante da falta de padrão esperado na história da vida -ou temos tentado impor um padrão que esperávamos encontrar em um mundo que na verdade não o exibe... "
Você durante sua vida toda foi exposto aos argumentos e supostas evidências que favorecem a evolução, aprendeu que ela era certa, um fato indiscutível, tanto na escola como nos meios de comunicação. Agora vamos expor fatos e informações que contradizem claramente a evolução e favorecem a criação. Claro que você nunca os viu em canto nenhum pois, como já disse, queriam que você pensasse que não havia mais discussão nessa questão, tudo cientificamente resolvido. Porém isso não é verdade! Há inúmeras evidências da evolução, em todos os campos da ciência e vamos examinar algumas delas. No entanto, enquanto não for achado um mecanismo eficiente e cientificamente comprovado que cause a evolução em larga escala, que possa ser responsabilizado pela ancestralidade comum, enquanto não forem dadas provas concretas que a macro-evolução não só pode acontecer como de fato aconteceu, enquanto existirem contradições e argumentos circulares na doutrina evolucionista, enquanto não for achado uma resposta para todos as questões conflitantes no mundo quando adotado um sistema evolucionista e, sobretudo, enquanto não se conseguir refutar racionalmente todas as evidências para um planejamento da vida e do Universo, a Teoria Geral da Evolução (modelo neo-darwinista) não pode ser considerado um fato, mas uma mera especulação naturalista para explicar o surgimento da diversidade biótica.

E vc?? em qual teoria vc acredita?

Fonte:
http://amigos.mdig.com.br/index.php?itemid=3710

23/01/2008 GMT 1

GEOLOGIA

ph2075 @ 16:07

Topázio - Pedra preciosa cintilante e rara, muito usada em jóias. Apresenta-se incolor ou com varias cores. Os exemplares mais bonitos se encontram no Brasil, mais precisamente em Minas Gerais.

Pode ser encontrado nas cores azul, branco, cinza, verde, amarelo, marrom, laranja, purpura, e rosa-choque.

O topázio ocorre em rochas de granito e em depósitos de quartzo mineral. As jazidas mais ricas são a de Teófilo Otoni e Serro em Minas Gerais.

CARACTERISTICAS - O topázio faz parte do grupo dos silicatos. É formado por uma combinação de alumínio, silício, oxigênio, flúor e oxidrila. O topázio quando riscado em uma peça de porcelana não vitrificada deixa um risco branco; oito na escala de Mohs. Não se dissolve com ácidos e não derrete aquecido em uma chama. Quando exposto ao calor e a luz do sol ele altera sua cor. Quando aquecida algumas trocam suas tonalidades. Tem o mesmo peso do Diamante

Quartzo -O Quartzo é usado em vidros, relógios, detergentes, pasta de dentes e iluminação elétrica, e muito mais aplicações. Ocupa cerca de 12% da crosta terrestre e é um dos minerais de maior ocorrência no planeta. Pode Ter varias cores, elas variam de acordo com suas impurezas, podem ser incolor, verde, marrom, branca rosa ou azul. É formado por oxigênio e silício. É um mineral muito comum em rochas sedimentares. O quartzo também é encontrado em cavidades de rochas chamadas de geodos. Essas cavidades assemelham-se a ovos, que são ocas , com paredes revestidas de minerais. São encontradas em grandes quantidades na Alemanha, Madagascar e Brasil. Sua dureza e de 7 na escala de Mohs. Outros tipos de quartzo - Citrina, ametista, esfumaçado e outros.

17/01/2008 GMT 1

As raízes norte-americanas do nazismo

ph2075 @ 15:44


por Domenico Losurdo [*]


Linchamento de negro nos Estados Unidos, 1919. A invasão do Iraque, em Março de 2003, foi acompanhada por uma curiosa campanha mediática contra os movimentos de oposição à guerra, acusados então de anti-americanismo. É muito significativo que neste clima ideológico e político os acusadores não recordassem o terror exercido pelo Ku Klux Klan em nome do "americanismo puro", ou do "americanismo cem por cento", face aos negros e aos brancos que se opunham à supremacia branca. Tão pouco recordavam a caça às bruxas de McCarthy contra os defensores de ideias ou sentimentos "não americanos".

Em 1924, Correspondance Internationale (a versão francesa do órgão da Internacional Comunista) publicava um artigo escrito por um jovem indochinês imigrante nos Estados Unidos, no qual afirmava sentir grande admiração pelo desenvolvimento norte-americano, ao mesmo tempo que se horrorizava com a prática do linchamento de negros no Sul. Um desses espectáculos de massas é descrito cruamente nesse texto: "O negro é cozido, flamejado e queimado, pois deve morrer duas vezes em lugar de uma só. É depois enforcado, ou mais exactamente, o que resta do seu corpo é pendurado... Quando já todos estão saciados, o cadáver é descido. A corda é então cortada em pequenos pedaços, cada um dos quais será vendido por três a cinco dólares". No entanto, a denúncia do sistema de supremacia branca, não implicava uma condenação global dos Estados Unidos: o Ku Klux Klan tinha toda "a brutalidade do fascismo", mas seria derrotado, não só pelos negros, judeus e católicos (todos vítimas em diferentes graus), como por "todos os americanos decentes". [1]

UM MARAVILHOSO PAÍS DO FUTURO

Foi um indochinês que comparou o Ku Klux Klan com o fascismo, mas as semelhanças de ambos os movimentos eram também evidentes para os autores norte-americanos da época. Os homens vestidos de branco do Sul dos Estados Unidos eram frequentemente comparados aos camisas negras italianos e aos camisas castanhas alemães. Após assinalar as semelhanças entre o Ku Klux Klan e o movimento nazi, um académico norte-americano da época chegava à seguinte conclusão: "Se a Depressão não tivesse atingido a Alemanha tão duramente, o nacional-socialismo poderia ser hoje considerado como o é às vezes o Klan: uma curiosidade histórica predestinada ao fracasso". [2] Por outras palavras, o que explica, tanto o fracasso do Ku Klux Klan nos Estados Unidos, como o ascenso do Terceiro Reich na Alemanha, mais que as distâncias na história ideológica e política, são os diferentes contextos económicos. Mas deve também ser considerado o importante papel desempenhado pelos movimentos reaccionários e racistas norte-americanos como inspiradores da agitação que conduziu Hitler ao poder na Alemanha.

Já nos anos vinte se tinham constituído as relações, o intercâmbio e a colaboração entre o Ku Klux Klan e a extrema direita alemã, para promover o racismo contra judeus, negros e outras pessoas não brancas. Em 1937, o ideólogo nazi Alfred Rosenberg exaltava os Estados Unidos como um "maravilhoso país do futuro", que detinha o mérito de ter formulado a brilhante "ideia de um Estado racial", uma ideia que devia ser posta em prática, "com um poder jovem" através da expulsão e deportação de "negros e amarelos". [3] Basta analisar as leis publicadas imediatamente após a chegada dos nazis ao poder para comprovar as semelhanças com a situação que então se vivia no sul dos Estados Unidos. A posição dos alemães de origem judia na Alemanha correspondia obviamente à dos afro-norte-americanos no sul estadunidense. Hitler distinguia claramente, inclusive no âmbito jurídico, a posição dos arianos relativamente aos judeus e aos poucos mulatos que viviam na Alemanha. "A questão negra", escrevia Rosenberg, "é o mais urgente de todos os assuntos decisivos nos Estados Unidos"; e uma vez que a noção de igualdade deixava de ser aplicada aos negros, também deixava de haver motivo para que não se extraíssem "as consequências necessárias para amarelos e judeus". [4]

Nada disto pode surpreender. Desde que o fundamento do projecto nazi era a construção de um Estado racial, que outro modelo possível existia nessa época? Rosenberg mencionava a África do Sul, que devia permanecer solidamente em "mãos nórdicas e brancas", e servia como um "sólido baluarte" diante da ameaça representada pelo "despertar negro". Sem dúvida que, até certo ponto, Rosenberg sabia que a política segregacionista sul-africana era amplamente inspirada pelo sistema de supremacia branca surgido nos Estados Unidos.

Por outro lado, o objectivo de Hitler não consistia num expansionismo colonial tradicional, mas sim num império continental criado com a anexação e germanização de territórios vizinhos do Leste. A Alemanha era chamada a expandir-se para a Europa de Leste como se se tratasse do longínquo Oeste americano, tratando os "nativos" da mesma forma que os índios norte-americanos tinham sido tratados, sem perder de vista o modelo estadunidense, que o Führer exaltava pela sua "força interior sem precedentes". [6] Imediatamente após a invasão, Hitler procedeu ao desmembramento da Polónia: uma parte, da qual foram expulsos os polacos, foi directamente incorporada no Grande Reich; o resto foi transformado em "Governo Geral" dentro do qual os polacos viviam "numa espécie de reserva", como declara o Governador Geral Hans Frank, [6] o modelo norte-americano de liquidação da população originária foi seguido quase literalmente.

O ESTADO RACIAL NA ALEMANHA E NOS ESTADOS UNIDOS

O modelo norte-americano deixou uma profunda marca inclusive no âmbito das categorias e linguístico. O termo Untermensch (sub-homem), que desempenhou um papel tão central como destruidor na teoria e prática do Terceiro Reich, não era mais que uma tradução de Under Man. O nazi Rosenberg estava bem consciente desse facto e expressou a sua admiração pelo autor americano Lothrop Stoddard, inventor do termo, que aparece como subtítulo -- The Menace of the Under Man (A ameaça do sub-homem) de um livro publicado pela primeira vez em Nova York em 1922 e traduzido para o alemão (Die Drohung das Untermenschen) três anos mais tarde. Relativamente ao seu significado, Stoddard afirmava que servia para designar a massa de "selvagens e bárbaros essencialmente incivilizáveis e incorrigivelmente hostis à civilização", que deviam ser tratados de modo radical para evitar o colapso desta. Já antes de ser elogiado por Rosenberg, Stoddard havia sido recomendado por dois presidentes norte-americanos (Harding y Hoover). Mais tarde foi recebido com honrarias em Berlim, onde se avistou com as mais altas autoridades do regime, incluindo Hitler, que já havia começado a sua campanha para dizimar e dominar os Untermenschen, os "nativos" da Europa de Leste.

Nos Estados Unidos da supremacia branca, assim como na Alemanha em poder do movimento nazi, o programa para restabelecer a hierarquia racial estava estreitamente vinculado a projectos de incentivo aos melhores para que procriassem, evitando assim o risco de "suicídio racial" (Rassenselbstmord) que pesava supostamente sobre os brancos. Em 1918 Oswald Spengler dava a voz de alarme, citando o presidente estadunidense Theodore Roosevelt. [7] Decerto que a advertência de Roosevelt contra o espectro do "suicídio racial" ou a "humilhação racial" era acompanhada peIa denúncia da "diminuição da taxa de nascimentos nas raças superiores", ou seja, "o antigo stock de norte-americanos nativos" ou seja os WASP (Brancos Anglo-saxões e Protestantes). Também aqui as descobertas da investigação histórica são surpreendentes. Erbgesundheitslehre (educação para a saúde hereditária) ou Rassenhygiene (higiene racial), outra palavra-chave da ideologia nazi, não são mais que as traduções para alemão do termo eugenics (eugenia) a nova ciência consagrada ao aperfeiçoamento racial, inventada em Inglaterra durante a segunda metade do século XIX por Francis Galton. Não é por acaso que esta nova ciência foi recebida tão favoravelmente nos Estados Unidos. Em vésperas da Primeira Guerra Mundial, muito antes da chegada de Hitler ao poder, publicou-se em Munique um livro intitulado Die Rassenhygiene in den Vereinigten Staaten von Nordamerika (A higiene racial nos Estados Unidos da América do Norte), que no próprio título assinala já os Estados Unidos como um modelo de "higiene racial". O autor, Géza von Hoffmann, vice-cônsul do lmpério Austro-Húngaro em Chicago, exaltava a América do Norte peIa "lucidez" e "pura razão prática" demonstrada, ao afrontar com a energia necessária, um problema muito importante frequentemente ignorado:    nos Estados Unidos violar as leis que proíbem as relações sexuais e o matrimónio inter-racial podia ser punido com dez anos de prisão. Não só podiam ser perseguidos e condenados os responsáveis por esses actos como também os seus cúmplices. [8] Já depois do acesso dos nazis ao poder, os ideólogos e "cientistas" da raça continuavam insistindo: "A Alemanha tem muito que aprender com as medidas adoptadas pelos norte-americanos: eles fazem o que deve ser feito". [9]

Merece destaque o facto de ter aparecido nos Estados Unidos, muito antes do que na Alemanha, a noção de "solução final" a respeito da questão negra num livro publicado em Boston em 1913. [10] Ievada mais tarde a cabo pelos nazis, empregando o mesmo termo (EndIösung) para resolver a "questão judaica".

O NAZISMO COMO PROJECTO MUNDIAL DE SUPREMACIA BRANCA

No decurso da sua história, os Estados Unidos tiveram de enfrentar directamente os problemas resultantes do contacto entre diferentes "raças" e o afluxo de numerosos imigrantes procedentes de todo o mundo. Por outro lado, o violento movimento racista, que aí surgiu no final do século XIX, constituiu uma resposta à Guerra Civil e ao período de reconstrução que se lhe seguiu.

Durante os séculos XIX e XX, o Ku Klux Klan e os teóricos da "supremacia branca" acusavam os Estados Unidos posteriores à escravatura (com a sua maciça entrada de imigrantes procedentes dos países europeus menos desenvolvidos e do Oriente) de ser uma "civilização mestiça" ou um "gentio de cloaca". De forma análoga, Hitler descrevia no Mein Kampf a sua Áustria natal como um caótico "conglomerado de povos", uma "Babilónia de gente", um "reino babilónico" dilacerado pelo "conflito racial". Segundo Hitler, a catástrofe era iminente na Áustria: a "eslavização" e a "desaparição do elemento germânico" progrediam, e o ocaso da raça superior que tinha colonizado e civilizado o Oriente estava próximo. A Alemanha, para onde Hitler (que era austríaco) foi viver, havia presenciado uma convulsão sem precedentes desde o final da Primeira Guerra Mundial, uma comoção comparável à que percorreu o Sul dos Estados Unidos depois da Guerra Civil. Segundo a visão racista, mais grave ainda que a perda das suas colónias, era que a Alemanha se via obrigada a suportar a ocupação militar de tropas multirraciais das potências vencedoras e que parecia ter sido transformada numa "misturada racial". Este fantasma da proximidade do fim da civilização era reforçado pelo surgimento da Revolução de Outubro, apelando à rebelião dos povos colonizados. Esta revolução estalou e afirmou-se numa área habitada por povos tradicionalmente considerados à margem da civilização. Assim como os partidários da abolição da escravatura foram assinalados no sul dos Estados Unidos como "amantes dos negros" e traidores à sua própria raça, os social-democratas e especialmente os comunistas eram considerados por Hitler como traidores à raça germânica e ocidental. Em suma, o Terceiro Reich apresentava-se como uma tentativa para impedir, sob condições de guerra total e de guerra civil internacional, o suposto fim da civilização, o suicídio do Ocidente e da raça superior criando um regime de supremacia branca à escala mundial e sob hegemonia alemã.

DE FORD A HITLER

Alguém se lembra do elogio do Ku Klux Klan ao "genuíno americanismo de Henry Ford"? Amplamente admirado, o magnata automobilístico condenava a Revolução Bolchevique acusando-a de ser, em primeiro lugar, o produto de uma conspiração judaica. Fundou até uma revista, o Oearborn Independent, cujos artigos publicados foram reunidos em 1920 num único volume intitulado O Judeu Internacional. O livro transformou-se imediatamente numa referência básica do anti-semitismo internacional, foi traduzido para alemão e adquiriu grande popularidade. Nazis destacados, como Von Schirach e mesmo Himmler vieram mais tarde a reconhecer terem sido inspirados ou motivados por Ford. Segundo Himmler, o livro de Ford desempenhou um papel "decisivo" (ausschlaggebend) não só na sua formação pessoal, como também na do Führer.

Também aqui se evidencia o carácter inconsistente de qualquer comparação esquemática entre a Europa e os Estados Unidos, como se a praga do anti-semitismo não afectasse ambos. Em 1933 Spengler considerava necessário esclarecer este ponto: a fobia anti-judaica que confessava abertamente, não devia confundir-se com o racismo "materialista" típico "dos anti-semitas na Europa e na América". [11] O anti-semitismo biológico que se agitava impetuosamente no outro lado do Atlântico era considerado excessivo mesmo por um autor como Spengler, que se expressava sem qualquer pudor nos seus escritos, contra a cultura e a história judaicas. Por esta razão, entre outras, Spengler foi considerado tímido e inconsequente pelos nazis, cujas preferências se situavam noutro lado: O Judeu Internacional continuou a ser publicado com todas as vénias no Terceiro Reich, e com editoriais que enfatizavam o singular mérito histórico do seu autor (por haver trazido à luz a "questão judaica"), estabelecendo uma linha de continuidade entre Henry Ford e Adolfo Hitler.

O OCIDENTE E A "DEMOCRACIA DO POVO DOMINANTE"

É oportuno destacar o paradoxo que caracterizou os Estados Unidos desde a sua fundação, sintetizada no século XVIII pelo escritor britânico Samuel Jonson: " Como poderemos suportar os estridentes gritos de liberdade dos proprietários de escravos?" [12]

A democracia desenvolveu-se na América do Norte no seio da comunidade branca simultaneamente com a escravização dos negros e a deportação dos índios. Em 22 dos primeiros 36 anos como nação independente, a presidência esteve nas mãos de proprietários de escravos. Também eram proprietários de escravos os que redigiram a Declaração de Independência e a Constituição. Sem escravatura (mais a correspondente segregação racial) não se pode entender a "liberdade americana": as duas estavam vinculadas, sustentando-se uma à outra. Enquanto a escravatura assegurava o firme controlo sobre as classes "perigosas" no âmbito da produção, a expansão para o Oeste servia para desactivar o conflito social, transformando o proletariado potencial numa classe de proprietários agrícolas, ainda que a expensas dos povos originários, que seriam expulsos ou aniquilados.

Depois da Guerra da Independência, a democracia norte-americana experimenta novos desenvolvimentos durante a presidência de Jackson na década de 1830: a extensão do sufrágio e a eliminação, em grande parte, das restrições relacionadas com a propriedade na comunidade branca, eram concomitantes com a rigorosa deportação dos índios norte-americanos e com o crescente ressentimento e violência contra os negros. O mesmo se pode dizer do período compreendido entre o final do século XIX e a metade da segunda década do século XX, onde se combinaram reformas como a instauração da eleição directa dos membros do Senado, o voto secreto, a introdução de eleições primárias e de instituições de referendo, etc". com factos sobremaneira trágicos para a população negra (alvo dos esquadrões do terror do Ku Klux Klan) e a expulsão dos índios norte-americanos dos seus últimos territórios e a sua submissão a uma brutal aculturação, com a intenção de os despojar inclusive da sua identidade cultural.

Relativamente a este paradoxo, numerosos intelectuais norte-americanos se referiram a uma Herrenvolk democracy, ou seja uma democracia apenas para "Senhores" (para usar uma expressão do tipo das que Hitler apreciava).

Na realidade, a categoria "democracia do povo dominante" pode ser útil para explicar a história do Ocidente como um todo. Desde o final do século XIX e nos princípios do século XX, a extensão do sufrágio na Europa marcha a par com a colonização e a imposição de relações laborais de servidão e semi-servidão aos povos submetidos. O governo democrático na Europa estava fortemente entrelaçado com o poder da burocracia e com a violência policial, e o estado de sítio nas colónias. Em última análise, trata-se do mesmo fenómeno que ocorrida nos Estados Unidos, com a diferença que na Europa era menos evidente porque os povos colonizados viviam do outro lado do oceano.

MISSÃO IMPERIAL E FUNDAMENTALISMO CRISTÃO

Em 1899, a revista Christian Oracle explicava assim a decisão de mudar o seu título para Christian Century: "Cremos que o próximo século será testemunha de triunfos do cristianismo jamais vistos, e que será mais verdadeiramente cristão que qualquer dos precedentes".

Mais adiante o presidente McKinley explicava que a decisão de anexar as Filipinas procedia da inspiração do "Todo poderoso" que, depois de escutar as incessantes preces do presidente, numa noite de insónia, o tinha por fim, libertado de toda a dúvida e indecisão. Não teria sido adequado deixar a colónia nas mãos da Espanha, ou entregá-la "à França ou à Alemanha, nossos rivais no comércio do Oriente". Nem, peIa mesma razão, teria sido correcto deixar as Filipinas aos próprios filipinos, que eram "incapazes de se autogovernar", o que teria Ievado o país a um estado de "anarquia e desgoverno" ainda pior que o resultante da dominação espanhola: "Não temos outra alternativa senão tomarmos tudo a nosso cargo, e educar os filipinos, civilizá-los e cristianizá-los, e, peia graça de Deus, fazer o mais que pudermos por eles, como companheiros nossos por quem Cristo também morreu. Voltei então para a cama e dormi profundamente". [13]

Hoje conhecemos os horrores perpetrados durante a repressão do movimento independentista nas Filipinas: a guerrilha desenvolvida pelos filipinos foi enfrentada com a destruição sistemática de campos e gados, pelo confinamento maciço da população em campos de concentração, onde pereciam vítimas da fome e da doença, e inclusive em alguns casos, do assassinato de todos os varões maiores de dez anos.

Sem dúvida que, apesar das dimensões dos "danos colaterais", a marcha da ideologia imperial-religiosa da guerra se reactivou triunfalmente durante a Primeira Guerra Mundial, quando o presidente Wilson a eIa se referia como se se tratasse de uma cruzada real, de uma "guerra santa, a mais sagrada em toda a história", destinada a impor a democracia e os valores cristãos em todo o mundo.

A mesma plataforma ideológica foi aplicada a outros conflitos no século XX, sendo a Guerra Fria particularmente exemplar neste aspecto. John Foster Dulles, era definido por Churchill como "um severo puritano". Dulles orgulhava-se de que "ninguém no Departamento de Estado conhece a Bíblia como eu". O seu fervor religioso não era de modo nenhum um assunto privado: "Estou convencido que aqui temos a necessidade de fazer que os nossos pensamentos e práticas políticas reflictam com a maior fidelidade a convicção religiosa de que o homem tem a sua origem e destino em Deus". [14] A esta fé, associavam-se outras categorias teológicas fundamentais na luta política internacional: os países neutrais que recusavam tomar parte na cruzada contra a União Soviética estavam em "pecado", enquanto que os Estados Unidos, à cabeça dessa cruzada, representavam o "povo moral" por definição.

Em 1983, Ronald Reagan, quando a Guerra Fria atingia o seu clímax, apontou a necessidade de derrotar o inimigo ateu (a URSS), com claros acentos teológicos: "Há no mundo pecado e maldade, e as Escrituras e Jesus nosso senhor ordenaram-nos que nos oponhamos a isso com todo o nosso poder". [15]

Alinhando-se com esta tradição e radicalizando-a ainda mais, George W. Bush conduziu a sua campanha eleitoral sob um autêntico dogma: "A nossa nação é a eleita de Deus e foi escolhida peIa História como um modelo de justiça para o mundo".

A história dos Estados Unidos está marcada peIa tendência a transformar a tradição judaico-cristã numa espécie de religião nacional que consagra o excepcionalismo do povo norte-americano e a missão sagrada que lhe foi confiada. Não é este entrelaçamento de religião e política sinónimo de fundamentalismo? Não foi por acaso que o termo fundamentalismo foi utilizado pela primeira vez no âmbito do protestantismo norte-americano.

Certamente que qualquer administração norte-americana terá os seus hipócritas, os seus intriguistas e os seus cínicos; mas não há motivos para duvidar da sinceridade de Wilson ou, actualmente, de Bush Jr. Não devemos esquecer o facto de que os Estados Unidos não são uma verdadeira sociedade secular, a arraigada convicção de representar uma causa sagrada e divina facilita não só a constituição de uma frente unida em tempos de crise, mas também a repressão e banalização das páginas mais obscuras da história estadunidense. Durante a Guerra Fria, Washington patrocinou sangrentos golpes de Estado na América Latina e colocou no poder brutais ditadores militares; em 1965, promoveu na Indonésia o massacre de centenas de milhares de comunistas ou seus simpatizantes. No entanto, por mais desagradáveis que possam ser, esses detalhes não alteram a santidade da causa personificada pelo "Império do Bem".

Max Weber costumava referir-se à "moralina" (farisaísmo) norte-americana. "Moralina" não significa mentira, nem hipocrisia consciente. É tão só a hipocrisia dos que são capazes de mentir a si mesmos, o que se assemelha à falsa consciência assinalada por Engels. De todo o modo, não é fácil compreender totalmente essa mescla de fervor religioso e moral, por um lado, e a clara e aberta tentativa de domínio político, económico e militar do mundo, por outra. É sem dúvida, esta amálgama (combinação explosiva), este peculiar fundamentalismo, que constitui actualmente a grande ameaça à paz mundial. O fundamentalismo norte-americano intoxica um país que, designado e autorizado por Deus, considera irrelevantes a ordem internacional actual e as regras humanitárias. É neste quadro que devemos situar a deslegitimação das Nações Unidas, o desprezo peIa Convenção de Genebra, e as ameaças proferidas não só contra os seus inimigos, como também contra os seus "aliados" na OTAN.

O DESPOTISMO IMPERIAL

Além de combater o "mal" e defender os valores cristãos e norte-americanos, a guerra contra o Iraque (não contando com outras guerras em perspectiva) pretende expandir a democracia por todo o mundo. Retomemos por um momento o jovem indochinês que em 1924 denunciava o linchamento de negros. Mais tarde regressou ao seu país e aí adoptou o nome pelo qual seria mundialmente conhecido: Ho Chi Minh. Durante os incessantes bombardeamentos norte-americanos no Vietnam, terá o dirigente vietnamita recordado os horrores perpetrados contra os negros pelos defensores da supremacia branca? Por outras palavras, a emancipação dos afro-norte-americanos e sua conquista dos direitos civis marcaram realmente uma mudança, ou continuam os Estados Unidos a ser uma Herrenvolk democracy, uma democracia de "Senhores", com a diferença de que agora os excluídos já não são os que estão dentro da mãe pátria, mas antes os que estão fora, como aconteceu no caso da "democracia" europeia?

Podemos examinar a questão numa perspectiva diferente, considerando a reflexão de Kant: "Oue é um monarca absoluto? É aquele que quando decide que deve haver guerra, há guerra". Kant não se referia aos Estados do Antigo Regime, mas sim à Inglaterra, no limiar do seu século de desenvolvimento liberal. [16] De acordo com a posição kantiana, o actual presidente dos Estados Unidos deveria ser considerado um déspota por dois motivos. Primeiro, devido ao surgimento, na última década, de uma "presidência imperial" que, quando embarca em acções militares, as apresenta frequentemente ao Congresso como um facto consumado. Mas estamos ainda mais interessados no segundo aspecto: é a Casa Branca que soberanamente determina quando as resoluções das Nações Unidas são vinculativas ou não; é a Casa Branca que soberanamente decide que países são "Estados delinquentes" e se é legal submete-los a embargos que irão causar o sofrimento de toda uma população, ou ao fogo infernal de bombas de fragmentação ou de urânio empobrecido. A Casa Branca decide soberanamente a ocupação militar desses países, pelo tempo que considerar necessário, condenando os seus dirigentes e os seus "cúmplices" a prolongadas penas de prisão. Contra estes e contra os "terroristas", chega a ser legitimado o "assassinato selectivo", ou melhor, um assassinato que é tudo menos selectivo, como o bombardeamento de um restaurante porque se pensava que Saddam Hussein podia estar lá. As garantias legais não se aplicam de todo aos "bárbaros" .

A tudo isto se junta a crescente intolerância que Washington manifesta para com os seus "aliados" ocidentais. Também a eles exige que sigam com humildade a vontade da nação eleita por Deus, cujo presidente se comporta como se fosse um soberano mundial, sem o controle de qualquer organismo internacional.

NOTAS
1. Wade, Wyn Craig. 1997. The Rery Cross: The Ku Klux Klan in America. New York and Oxford: Oxford University Press.
2. MacLean, Nancy. 1994. Behind the Mask 01 Chivalry: The Making of the Second Ku Klux Klan. New York and Oxford: Oxford University Press.
3. Rosenberg, Alfred. 1937. Der Mythus des 20. Jahrhunderts. Munich: Hoheneichen. Publicado pela primeira vez em 1930.
4. lbid.
5. Hitler, Adolf. 1939. Mein Kampf. Munich: Zentralverlag der NSDAP. Publicado pela primeira vez em 1925.
6. Ruge, Wolfgang, and Wolfgang Schumann (eds.). 1977. Dokumentezurdeutschen Geschichte. 1939-1942. Frankfurt a. M.: Radelberg.
7. Spengler, Oswald. 1933. Jahre der Entsche idung. Munich: Beck. 1980. Der Untergang des Abendlandes. Munich: Beck. Original 1918-23.
8. Hoffrnann, Géza voo. 1913. Die Rassenhygiene in den Vel'9inigt9n Staaten von Nordamerika. Munich: Lehmanns.
9. Günther, Hans S. R. 1934. Rassenkunde des deutschen Volkes. Munich: Lehmanns. Publicado pela primeira vez em 1922.
10. Fredrickson, George M. J. The Black Image in the White Mind: The Debate on Afro-American Character and Destiny, 1817-1914. Hanover, N.H.: Wesleyan University Press. Publicado pela primeira vez em 1971.
11. Spengler, op.cit.
12. Foner, Erich. 1998. The History of American Freedom. London: Picador.
13. McAllister Uno, Brian. 1989. The U. S. Army and Counterinsurgency in the Philippine War, 1899-1902. Chapel HiII and London: University of North Carolina Press.
14. Kissinger, Henry. 1994. Diplomacy. New York: Simon and Schuster.
15. Draper, Theodore. 1994. "Mission Impossible". New York Review of Books (6 October).
16. Kant, Immanuel. 1900. "Der Streit der Fakultaten". In Gesammelte Schriften. vai. 7. Berlin and Leipzig: Akademie-Ausgabe. Publicado pela primeira vez em 1798.

[*] Investigador do Istituto di Science Filosofiche e Pedagogiche, Urbino, Itália.

O original encontra-se em na revista argentina Enfoques alternativos , nº 27, Out-Nov/2004.
Tradução de Carlos Coutinho.

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

Fale sempre o que você pensa...

Arquivo | Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis